Ator da novela ‘Pantanal’ se assume gay e surge com namorado nas redes sociais

Prestes a estrear na próxima segunda-feira (28), a novela Pantanal está se tornando um dos assuntos mais comentados das redes sociais

Neste fim de semana o destaque foi para o ator da novela Pantanal  Erom Cordeiro, que assumiu a sua homossexualidade e surgiu ao lado do seu namorado nas redes sociais.

Aos 44 Erom, ganhou destaque na novela “América” da autora Glória Perez, onde viveu um peão gay que se apaixonava pela personagem do ator Bruno Gagliasso. Na ocasião o casal assumiria o romance com um beijo que foi vetado pela direção da novela na ocasião.

Mas neste fim de semana, o galã que tem uma vida discreta, surgiu nas redes sociais ao lado do seu namorado Rodrigo Bolzan, onde trocou declarações de amor e ganhou a aprovação dos seus seguidores.
Seu dia, peixe! Mais uma volta e seguimos. Só agradeço. Sempre! Mil vivas para você nesse mundão“, escreveu ele para o namorado, que fez aniversário no último fim de semana.

Ao ver a homenagem, Rodrigo fez questão de retribuir o carinho: “Esse post me faz querer viver! Meu grande amor“. Erom, então, respondeu à altura: “Simbora, meu amô“.
Dentre os registros publicados por Erom, estão eles em viagens, passeios e em meio à natureza. Artistas amigos do casal e também fãs parabenizaram Rodrigo pela data.

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Erom Cordeiro contracenou com uma sucuri em Pantanal

(Erom Cordeiro Foto: Reprodução Instagram)
(Erom Cordeiro Foto: Reprodução Instagram)

Erom Cordeiro precisou encarar um desafio um tanto quanto curioso para gravar algumas cenas de Pantanal. O ator, que interpreta o jagunço Lúcio na próxima trama das nove, precisou contracenar com uma sucuri de quatro metros.
Em entrevista ao jornal Extra, ele revelou o fascínio, medo e nervosismo com a situação, mas admitiu que foi uma experiência inesquecível:

Filmando às margens do Rio Negro, no Pantanal, jacarés eram presenças constantes, não se importavam conosco e vice-versa. Acostuma-se muito rápido. Eles não atacam, ou pelo menos não atacaram, muito por conta do equilíbrio que existe nas áreas onde filmamos e pelo extremo cuidado da produção em ter o mínimo de impacto no ambiente nas filmagens”.

“A Bonita (nome da cobra) é cuidada pelo Breno Almeida, do centro de herpetologia da Amazônia. Foi tudo feito com o máximo de respeito e toda reverência a esse lugar sem igual“, contou.